8 de outubro de 2008



Foi a partir da década de 90, considerada a década do cérebro, que essas questões ganharam impulso. As indagações e reflexões envolvendo o cérebro humano emergiram simultaneamente em várias disciplinas (Neurociência, Inteligência Artificial, Filosofia da Mente, Ciência Cognitiva) e recolocaram com força o problema mente-cérebro.

A psicologia do século XX passou então, a disputar espaço com esses outros movimentos científicos. Entre todas as disciplinas que buscavam solução para o milenar problema da causação mental, a neurociência tenha sido talvez a mais aclamada no meio científico. Através das técnicas de neuroimagem que nos permitiram observar a atividade do cérebro humano in vivo, ela nos apresentou uma outra base para questionar a mente humana. Mais do que dividir espaço, a neurociência se propôs a substituir a psicologia.

A neurociência nos diz que muita coisa que hoje nós tratamos como sendo da ordem da psicologia poderá acabar num futuro próximo. O neurocientista americano, Michael Gazzaniga, por exemplo, afirma que a psicologia acabou e que ela vai ser “comida” pelas neurociências. As teorias psicológicas inundadas de idéias e de conceitos psicológicos (tais como apego, ressentimento e inveja) desaparecerão e serão substituídas por teorias neurocientíficas à medida que formos encontrando as bases neurais para esses distúrbios.



Para João de Fernandes Teixeira, essa é uma questão não só polêmica, mas assustadora. Será então que toda a psicologia poderá um dia ser reduzida à neurociência? Poderá uma pílula exterminar qualquer patologia psicológica? Qual será o papel do psicólogo nas próximas décadas?

É preciso ter cautela, adverte Teixeira. A neurociência já deu grandes saltos, mas tropeçou em muitos obstáculos. A maior dificuldade é explicar eventos intencionais como crenças, desejos e emoções. E afirmar que tudo vai ser reduzido ao cerebral é uma grande aposta.

Quanto ao futuro da psicologia, o professor acredita que é apressado supor que a neurociência irá substituí-la. “A neurociência ainda esbarra na tarefa de identificar os correlatos neurais da experiência consciente, e na minha percepção não há essa incompatibilidade aparente entre psicologia e neurociência. Uma coisa não é incompatível com outra. Eu acredito é na interface entre as duas disciplinas.”

Apesar de grandes ataques que a psicologia tem sofrido nas ultimas décadas, Teixeira afirma que ela sobreviverá se estabelecer relações interdisciplinares. “A especificidade na psicologia estranhamente será ganha caso pertença há um contexto maior, quando nós tivermos um projeto científico maior onde o psicólogo conviva com o neurocientista. É através das interfaces com as outras disciplinas da mente que a psicologia vai tirar sua sobrevivência”, complementa Teixeira.

Texto de Rafaela Sandrini
Edição de Luiz Paulo Juttel

33 comentários:

  1. acredito que psicologia passará por mudanças assim como sempre passou, realmente algumas coisas serão banidas e virão outras novas que deverão ser levadas em consideração

    ResponderExcluir
  2. apostar no fim da psicologia é uma promessa um tanto utópica nos dias de hoje, apostar no fim da "folk psychology" já é algo bem razoavel -e talvez ingênuo - quem dera o fim da psicologia como ciência. O que não se pode negar, no entanto, é a necessidade de uma reforma na psicologia, a começar pelo diálogo com as outras ciências da mente, e com a própria neurociência.

    ResponderExcluir
  3. Rafaela, Parabéns pelo texto! Acredito ser este um dos focos mais importante a ser estudado pela Filosofia da Mente, pela psicologia em geral (aqui envolvendo todas as suas diversas correntes teóricas) bem como pelas Neurociências. Não é mais possível nos dias atuais negar a contribuição das neurociências em relçao às questões do âmbito psicológico. Todavia, parece que os neurocientistas (ou as pessoas que comunicam os estudos por eles feitos!) parecem ter ficados maravilhados demasiadamente com seu progresso, e, por isso, tenham estado apresentado argumentos deveras despreocupados com sua repercussão em relação a questões centrais da filosofia da mente e da filosofia da ciência. Em conversa delongada junto ao professor João Teixeira este afirma que é possível que existam problemas intratáveis muito mais do que imaginemos. Todavia é claro, não devemos ser incautos ao ponto de crer em algumas abordagens que estão mais para a alquimia e literatura do que para ciência de fato. Particularmente aposto muito numa séria revisão do âmbito da psicologia e principalmente em sua postura enquanto ciência. É necessário estarmos em plena sintonia com os avanços das neurociências, sem é claro, descuidarmos do rigor argumentativo necessário para se afirmar coisas do gênero: "A psicologia está fadada ao fim devido as conquistas das neurociências"... volto a afirmar, particularmente, defendo um refinamento no âmbito psicológico e aposto que a psicologia enquanto ciência será o fator necessário 'as neurociências como elemento corroborante de suas investigações...

    ResponderExcluir
  4. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

    ResponderExcluir
  5. Já nas patologias pode vir um dia ser substituida por estudos da neurociência. Como fala no texto a neurociência já deu grandes tropessos, mas com esses tropessos que vão dar forças a neurociência que com mais estudos tentar superar os tropessos e sim podendo chegar a um determinado quase fim. Quem sabe um dia vai abolir as patologias com uma pilula.

    Jeferson Vandresen
    4ª Fase de EDF - UNIDAVI

    ResponderExcluir
  6. O texto está muito bom. Mas após ler o texto posso dizer que a psicologia não vai morrer, mas sim ela vai começar a ganhar força nas raizes que estão se abrindo (como por exemplo na psicologia do esporte), onde os humanos estão precisando muito de reabilitação mental.

    Jeferson Vandresen
    4ª Fase de EDF - UNIDAVI

    ResponderExcluir
  7. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  8. Este é um tema de extrema importância não apenas à Psicologia, mas a todas as áreas que tem relação direta com a mesma.

    As neurociências têm um grande caminho a percorrer pretendendo encontrar correlatos neurais para todos os processos mentais, se é que isso é possível.

    Dessa forma, acredito que a Psicologia não será reduzida às neurociências, mas que estas contribuem cada vez mais para uma melhora da Psicologia enquanto ciência.

    E assim concordo com o Prof. João Teixeira quando diz que a Psicologia sobreviverá se mantiver relações interdisciplinares, convivendo com as neurociências.

    Taynah Naiami Ernst
    Educação Física - UNIDAVI

    ResponderExcluir
  9. Bom, a psicologia, com o avanço da neurocinência, pode vir a crescer muito se assim souber usar a neurociência como um objeto para trabalho, sendo que do geito que estão "mapiando" o cerebro humano, a psicologia podevir usar isso como um benefício para poder trabalhar em pontos estratégicos.

    Jeferson Vandresen
    4ª Fase de EDF - UNIDAVI

    ResponderExcluir
  10. pode-se dizer que a psicologia não tem possibilidades de morrer, pois é atraves dela q temos nossos conhecimentos e acreditamos q nada possa vir a substitui-la. E a ela estamos ligados de varias maneiras. o texto que li é muito interessante, e para nós basta nos interessarmos e discutirmos cada vez mais e não deixar q a neurociencia venha domina-la.


    SANDRA 4ª FASE EDUCAÇÃO FISICA

    ResponderExcluir
  11. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  12. bom primeiramente parabens para Rafaela, pois é um assunto muito interessante a ser discutido. apostar no fim da psicologia seria um termo um taanto quanto forte, poderiamos cogitar a idéia de uma interligação direta entre a psicologia e a neurociência na resolução dos problemas da mente.

    parabens aos pesquisadores pelos temas abordados....

    ANDRÉ ROBERTO WILHELM 4°FASE EDF

    ResponderExcluir
  13. Acredito que a psicologia não vai ser substituída, mas sim, ela vai mudar como já vem acontecendo, e nunca vai se acabar por que onde existem pessoas, há espaço para o psicólogo trabalhar.

    JENILSON WEISS 4ª FASE EDF

    ResponderExcluir
  14. Por primeiro parabenizar a autora do texto muito legal.
    Eu acredito que a psicologia nunca vai acabar, ela vai sofrer alteraçoes que mudara muito sua realidade, mais ser substituida pela neurociência vai ser dificil,
    claro a neurociência vem crescendo cada vez mais e evoluindo muito, concordo que um dia ela tera remedios para varias patologia que a psicologia trabalha.
    Mais substituir isso nao contecera, ira crescer muito e vai se constituir como um campo de açao muito bom, e rendavel.
    Sempre havera campo de açao para todos os bons profissionais.

    ResponderExcluir
  15. Não há possibilidades da psicologia morrer? Acredito bastante que, em tese, há bastante chance. Quem trabalha com essas questões sabe que os resultados da neurociências ainda não conseguiram (e talvez nunca consigam) obter um conhecimento do funcionamento físico do cérebro ao ponto de termos nossos distúrbios psíquicos tratados exclusivamente por substâncias químicas. Mas, se um dia isso ocorrer, ou a psicologia morre ou vira algo que nada terá a ver com o que ela é hoje. Quando Teixeira fala da interdisciplinaridade como uma possível saída para a psicologia é unicamente porque, até o momento, vimos que a neurociência extrapolou as expectativas quanto ao seu poder de mapeamento da atividade cerebral.

    ResponderExcluir
  16. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  17. Particularmente, fico preocupada com o fim da psicologia, sim.

    Além de todos os avanços das neurociências, (embora acreditar unicamente nela nos faz incorrer em um alto preço a pagar por sua ingenuidade) não nos esqueçamos que desde a revolução psicofarmacológica que ocorrera nos anos 50 até os dias de hoje, estamos praticamente pisando em ovos. Haverá um dia em que abriremos o jornal e lá estará um anúncio de medicamento para o restabelecimento do indivíduo com psicose: "Leponex: De volta à vida"

    Bom, o que fazer então?

    Primeiro, não podemos esquecer que a neurociência torna-se ingênua, porque ela parte da experimentação para a formulação de hipóteses, o que acaba por tornar a experiência nula ou sem validação. Se quero pesquisar algo, preciso saber qual será meu objeto de estudo, conceituá-lo e desenvolver uma teoria acerca dele. A psicologia, portanto, cuida dos desenvolvimentos teóricos. E é neste ponto que a Filosofica da Mente contribui para o progresso da Psicologia (científica, é claro).

    Segundo, pesquisas foram realizadas, inclusive uma que fora citada pela Prof. Nina em sala de aula, sobre uma notícia dizia o seguinte: "Estudo comparou através da meta-análise 47 pesquisas anteriores para avaliar a eficácia de placebo versus antidepressivos em pacientes deprimidos. As descobertas surpreendem, pois mostram que existem diferenças mínimas entre a eficácia dos antidepressivos e comprimidos com farinha. De acordo com o estudo, para pacientes pouco ou medianamente deprimidos, não existe diferença alguma. De acordo com a gravidade da depressão, as diferenças aumentam, mas os autores notaram que as diferenças 'são relativamente pequenas mesmo para pacientes severamente deprimidos.'"

    Abaixo, a notícia ainda trazia a fala de um psiquiatra que afirmou não receitar antidepressivos para pessoas com depressão de leve a moderada, pois para ele existe algo eficaz que vai prepará-las melhor, que é a TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental. O próprio psiquiatra acredita num tratamento terapêutico.)

    Bom, sem mais me estender, o que quero afirmar com tudo isto é que existem muitas teorias que se nomeiam psicológicas e que estão aí para enlamar a classe "psicólogos" por não fazerem um trabalho científico, e para acabar de vez com a psicologia que se propõe científica.

    Se não começarmos a considerar os estudos característicamente científicos, se não levarmos a cabo todos os avanços e revoluções no que concerne às descobertas neurocientíficas e psicofarmacológicas e ainda não fizermos um refinamento teórico da psicologia, aí sim, iremos enterrar de vez a psicologia.

    A propósito, antes de mais nada a Psicologia precisa de um conceito de mente.

    Eis que entra em cena a Filosofia da Mente.

    Grande abraço a todos!

    e sem esquecer: Luiz Paulo e Rafaela, parabéns pela genialidade do post.

    ResponderExcluir
  18. nos últimos tempos a neurociência vem evoluindo de maneira que começa a se apresentar a psicologia como uma ameaça a sua existência, mas, apesar desses avanços ainda está um pouco distante o dia em que a neurociência dominará todo a área de trabalho hoje destinada a psicologia. se a neurociência conseguirá desvendar todos os correlatos neurais para os processos mentais resolucionará todos as patologias que envolvem mente-cerébro, sabemos que esse caminho é longo, e a psicologia perante essa outra ciência da mente não deve tomar uma postura de descaso ou de coação, deve levar em conta todos os avanços e descobertas e para interagir com a neurociência de modo que a psicologia só terá a ganhar.
    acredito que a neurociência só substituirá a psicologia caso ela não reveja seu âmbito hoje existente. a psicologia continuará existindo se relacionar-se de modo interdisciplinar com a neurociência.

    ResponderExcluir
  19. Primeiramente quero parabenizar a Rafaela pelo exelente texto.
    No meu ponto de vista tanto a Psicologia quanto a neurociencias é de suma importancia para todos nós, mas acredito que, se a Psicologia não souber conviver com o avaço da neurociência não ter a tal da interdisciplinariedade provavelmente irá ser substituída sim. É como nós profissionais, se não sabemos conviver com tecnologia e se não nos atualizamos constamente também ficamos para trás, perdemos o emprego!

    ResponderExcluir
  20. acredito que a psicologia não ira morrer!e sim uma grande revolução ira acontecer entre psicologia e ciências.Trazendo coisas novas e outras serão levadas em conta.Logico que o estudo deste assunto so trara beneficios a curto,medio e longo prazo.Parabens pelo texto da Rafaela e pelas opiniões dos colegas.Abraço Rodrigo Naatz

    ResponderExcluir
  21. Acredito que a pscicologia não irá ser reduzida a neurociências. Cada vez mais estudos nessas áreas devem trazer mais conflitos de opiniões ou, interligações dessas áreas e isso ajudará a achar resoluções de problemas relacionados ao cérebro/mente humana, seja por um trabalho psicológico ou quem sabe apenas por uma pílula.
    Parábens Rafaela pelo Texto!

    Edson Ivo Christen Junior
    4ªfase Educação Física-UNIDAVI

    ResponderExcluir
  22. Sem sombra de dúvidas, está oficina enriqueceu o conhecimento de muitos acadêmico, professores e as demais pessoas que participaram dela. As palestras realizadas foram excelentes. Parabén para todos os organizadores da 8ª semana da Psicologia.

    Maria Marizete Cichocki
    4ª Fase Educação Física

    ResponderExcluir
  23. Não se tem como negar o problema que a neurociência vem trazendo para a psicologia.
    De certa forma, concordo que,se pararem no tempo e a psicolodia não passar por mudanças, ela poderá ser sujeita a preocupações com relação a neurociência.

    ResponderExcluir
  24. No meu ponto de vista, uma coisa é certa: enquanto psicologia, acredito que a guerra pela exclusividade no tratamento das questões mentais ou psicológicas nós já perdemos a muito tempo. Infelizmente a psicologia vem perdendo espaço para estes "diversos movimentos científicos", como foi citado no texto da Rafa e do Luiz Paulo. A falta de rigor científico em algumas "abordagens" da psicologia e a sua ignorância diante dos avanços científicos de outras áreas vem impedindo o crescimento da psicologia no âmbito científico. Me parece simplesmente uma recusa em evoluir, por parte de algumas "abordagens", como se suas teorias fossem dógmas, questões intratéveis.
    Mas não acredito na morte da psicologia, nem na sua substituição pela Neurociência. Acredito sim que nossa guerra não é mais pela "exclusividade", mas que devemos lutar pela "qualidade", pela busca de critérios rígidos de científicidade. Concordo com a afirmação do Prof. João Teixeira, quando este diz que "a psicologia precisa sim encontrar sua especificidade, mas que isso não se dará a despeito de um isolamento teórico, ignorando o que vem sendo contruído pelas outras disciplinas".
    Penso que a palavra de ordem é a interdiciplinariedade: a psicologia precisa ser capaz de dialogar com estas outras disciplinas. E para isso ela precisa em primeiro lugar organizar "sua própria casa", pois a psicologia está imersa em um "sem número" de abordagens com "jargões" tão idiossincráticos que transformam a própria psicologia numa "torre de babel".
    É o que discutimos muito em nosso grupo de pesquisa: a psicologia está imersa em uma enorme confusão conceitual.
    Sendo assim, não devemos adotar uma postura "ingênua" diante das descobertas da neurociência, como bem colocoram o Nivaldo e a Luciane (acima). Não podemos descartar o que foi construído em termos teóricos e partir simplesmente para uma experimentação cega! Talvez essa seja a ingenuidade daqueles que acreditam que a neurociência substituirá a psicologia: acreditar que o fazer científico se resume ao experimento, àquilo que é empirico. Já dizia o Prof. João Teixeira em seu artigo "O enterro da psicologia": a experimentação sem conceitos, ou sem teoria, é cega, pois o ponto de partida da ciência é a teoria, a hipótese, e não o contrário.


    Patricia Becker, 6F - Psicologia

    ResponderExcluir
  25. Ahhhhhhhhh!!! E faltou um comentário... falei falei e não disse:
    Rafa... Luiz Paulo... PARABÉNS pelo texto! Como sempre... brilhante!!!

    ResponderExcluir
  26. Paty,

    Faço minhas todas as tuas palavras!

    ResponderExcluir
  27. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

    ResponderExcluir
  28. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

    ResponderExcluir
  29. O que para mim está claro é que para todos os focados na meta de produzir CIÊNCIA, fica evidente a percepção do óbvio, negado pelos que pretendem ESCOLHER referências teóricas:a Psicologia está "perdida"em meio a uma imensa confusão,aceita "obrigatoriamente" em pról do desenvolvimento da(ou para com o "ex"envolvimento)de uma almejada Teoria Definitiva. Enquanto se procura definir a natureza da mente, para então se obter um conhecimento seguro da área, nos deparamos com ligações de vocabulário com a"folk psychology"(lembrada aqui pelo Eduardo),ou então associada à terapias místicas ou afins, as quais não vem ao caso detalhar. Mas o que me intriga de fato em meio a essa situação é a questão linguística, da qual poderíamos tirar proveito em nome da permanência da Psicologia no meio científico. Isso vinculada logicamente à eficácia inquestionável das descobertas Neurocientíficas. A separação clara da Psicologia CIÊNCIA dos folclores em torno dela,e o diálogo com a Neurociência, acredito que pode vir a ser bem desenvolvido com uma linguagem clara, única, a qual caracterize a Psicologia com termos específicos. Obviamente esse é o desejo de todos, porém há de se averiguar o fato de que para que isso se firme, é necessário que se faça CIÊNCIA PSICOLÓGICA, e não "GOSTÊNCIA"TEÓRICA,por favor me perdoem pelo termo inventado..

    ResponderExcluir
  30. Certamente a psicologia passará por mudanças porque abrange um espaço cada vez maior na sociedade.
    Levando os indivíduos a ter uma vida voltada mais para si mesmo.

    Luciana Bonfim

    ResponderExcluir

Bem-vindo à discussão!